O auxílio-inclusão é um benefício essencial para pessoas com deficiência que desejam ingressar no mercado de trabalho. Criado pelo INSS, esse auxílio visa apoiar financeiramente aqueles que estão começando a trabalhar e que recebem até dois salários-mínimos. Neste artigo, vamos explorar como funciona esse benefício, quem tem direito e como solicitá-lo.
O que é o Auxílio-Inclusão?
O auxílio-inclusão é um benefício oferecido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Brasil, destinado a pessoas com deficiência que ingressam no mercado de trabalho. Esse benefício foi regulamentado em 2021, como parte da Lei Brasileira de Inclusão, e visa proporcionar suporte financeiro para aqueles que começam a trabalhar e recebem até dois salários-mínimos, que em 2025 correspondem a R$ 3.036.
O valor do auxílio-inclusão é equivalente a meio salário-mínimo, ou seja, R$ 759 em 2025. Esse auxílio foi criado para incentivar a inclusão de pessoas com deficiência moderada ou grave no mercado de trabalho, garantindo seus direitos e promovendo a cidadania.
Além de ser um suporte financeiro, o auxílio-inclusão representa um passo importante na luta pela inclusão social, permitindo que pessoas com deficiência tenham a oportunidade de se integrar ao mercado de trabalho de forma digna e respeitosa. Através desse benefício, o governo busca não apenas apoiar financeiramente, mas também promover a autonomia e a independência dessas pessoas, contribuindo para uma sociedade mais justa e igualitária.
Como funciona o Auxílio-Inclusão?
O auxílio-inclusão é uma medida que busca compensar a perda do Benefício de Prestação Continuada (BPC) quando a pessoa com deficiência começa a trabalhar. O BPC é um benefício assistencial que garante um salário-mínimo mensal a pessoas com deficiência e idosos de baixa renda. No entanto, ao iniciar uma atividade remunerada, o beneficiário do BPC perde o direito a esse benefício.
Com a introdução do auxílio-inclusão, o governo oferece um suporte financeiro alternativo para aqueles que optam por ingressar no mercado de trabalho. Enquanto o auxílio-inclusão estiver sendo pago, o BPC é suspenso, mas pode ser reativado caso o beneficiário deixe o emprego.
Esse funcionamento é crucial, pois permite que as pessoas com deficiência tenham uma transição mais suave para o mercado de trabalho, sem o medo de perder completamente o suporte financeiro que o BPC oferece. O auxílio-inclusão, portanto, não apenas ajuda financeiramente, mas também promove a inclusão e a permanência dessas pessoas no ambiente laboral, incentivando a autonomia e a independência financeira.